Em sessão realizada em outubro de 2024, o Conselho de Administração do Fundo Patrimonial da Universidade de São Paulo (FPUSP), presidido pelo professor Hélio Nogueira da Cruz, aprovou os nomes dos professores Moacir de Miranda Oliveira Júnior e José Carlos de Souza Santos, ambos da FEAUSP, para os cargos de Diretor Presidente e Diretor Financeiro do fundo, respectivamente. Ambos têm como missão fortalecer a captação de recursos e expandir o impacto do fundo, com ênfase em inovação e diversidade.
O novo presidente do Endowment da USP, Moacir de Miranda, do Departamento de Administração da FEA, destacou a importância de uma estratégia robusta para o futuro do fundo. "O objetivo é formular e implementar uma estratégia de captação de forma que o patrimônio futuro do Endowment USP venha a refletir a magnitude da USP no contexto nacional e internacional", afirmou.
Moacir de Miranda também comentou sobre os avanços realizados no ano anterior, com a criação do Subfundo de Propósito Específico do USP Diversa, uma iniciativa voltada à inclusão. "No ano passado, participamos ativamente da criação do Subfundo USP Diversa, que tive a honra de coordenar no Escritório de Parcerias da USP", explicou. Para 2025, Moacir adiantou que já foi aprovada a criação de um novo Subfundo, focado em inovação, com o objetivo de impulsionar o ecossistema de startups e inovações tecnológicas da USP, aproveitando oportunidades legais como a Lei das Startups e a Lei da Inovação.
Essa nova gestão reforça o compromisso da USP com a inovação, a diversidade e o fortalecimento institucional, consolidando o papel do fundo como uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento da universidade.
O Fundo Patrimonial da USP foi instituído em 2021, em conformidade com a Lei nº 13.800/2019, a "Lei dos Fundos Patrimoniais", que visa profissionalizar a gestão e garantir a preservação e crescimento sustentável do patrimônio da universidade. Com uma governança independente, o FPUSP é administrado por uma fundação gestora própria, composta por mais de 15 profissionais, e segue um modelo contábil, administrativo e financeiro segregado da universidade, com o objetivo de garantir sua perenidade e resultados de longo prazo.